E sempre que eu não sei o que falar,
deveria me calar.
Mas ainda assim,
sem saber seu nome, ou telefone,
esfrio o meu corpo de Carnaval junto ao seu.
Subjetividades aliterais, são as suas curvas.
Esta chuva de papel;
Minhas lágrimas.
A profissão; Poeta.
Sobre os versos, mistérios, não os conheço.
Por Rafael
sexta-feira, 6 de março de 2009
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5 comentários:
Antes que eu alguem pergunta o nome, ou pra quem é, vou sugerir que estava falando da vida em si; Se não entender desse jeito, dê asas a sua imaginação. Obrigado
texto de garanhão! HAHAHAHAHAHA
indireta? oO
Beeeeijos.
Povo chato né.. sempre acha que os textos são pra alguém! Quando na verdade são todos pra mim! Há :D
UAIEHIEAHIUE...
beijo pastel de queijo :***
HEIAHEUIAUI
a marcella nem é convencida! IUHEAIHEIU
é tudo pra mim, isso sim! a preuss dele! x))
IHEAIHEIOUAHIEUA
q profundo xuxu!rs
adorei!
bjs
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