sábado, 14 de fevereiro de 2009

Não

Isso mesmo, não vou escrever nada;
E digo mais, um nada tão profundo quanto escuro.
As teclas do piano nunca foram tanto calmas,
nunca mais me vi ali.
Não escrevo nada nesse papel endereçado a você,
alias, me calo à ainda necessidade de uma inspiração idealizável.
Eu poderia escrever palavras bonitas,
com profundo sentido,
mas hoje não é dia de falar de amor, nem rimar com dor, cor;
E porque não criar um hipérbato.
Não; Eu não vou pensar em uma conclusão,
também não vou dizer que só escrevo entre-linhas.
Sim, esse é o fim.

Por Rafael

4 comentários:

Rafael disse...

Também não vou comentar. ;D

Marcella disse...

Também não tenho nada o que comentar, só que ficou muito louco!
uaheauiehueae :*

victória disse...

Rafa,
não disse nada e tudo ao mesmo tempo...

ótimo mesmo, muito bom mesmo...

beijos

nessa disse...

apesar de tantos 'nãos', no último verso apareceu a palavra 'sim'. é o indício de que no final tudo pode ser diferente! sim, acredite nisso! hahaha

Love you, honey.
Beeeijos.