Isso mesmo, não vou escrever nada;
E digo mais, um nada tão profundo quanto escuro.
As teclas do piano nunca foram tanto calmas,
nunca mais me vi ali.
Não escrevo nada nesse papel endereçado a você,
alias, me calo à ainda necessidade de uma inspiração idealizável.
Eu poderia escrever palavras bonitas,
com profundo sentido,
mas hoje não é dia de falar de amor, nem rimar com dor, cor;
E porque não criar um hipérbato.
Não; Eu não vou pensar em uma conclusão,
também não vou dizer que só escrevo entre-linhas.
Sim, esse é o fim.
Por Rafael
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4 comentários:
Também não vou comentar. ;D
Também não tenho nada o que comentar, só que ficou muito louco!
uaheauiehueae :*
Rafa,
não disse nada e tudo ao mesmo tempo...
ótimo mesmo, muito bom mesmo...
beijos
apesar de tantos 'nãos', no último verso apareceu a palavra 'sim'. é o indício de que no final tudo pode ser diferente! sim, acredite nisso! hahaha
Love you, honey.
Beeeijos.
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