segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Cartas de memórias

Nessa epopeia literária,
que me lancei em tempos passados;
Horas sou Rei, outras camponês.
Na aventura poética,
quem suas palavras sabe usar
ganha todo o sentido de uma vida;
Pois quem com elas não sabe lidar,
ao menos que possa ter uma sem motivos.
Aos amores,
pétalas de rosas vem ao chão,
a valsa dos anjos,
e você;
Amada!
Se camponês não eis de ser, Rei é que não sou.
Se poeta ainda não me compete ser,
minhas palavras é que não as perco.
Se os amores não existem,
eu que não quero mais compartilhar dessa vida;
Essa cheia de inquisições.
Se os meus versos não queres ouvir,
minha voz que não vai conhecer.
Nessa vida de tristes alegrias solitárias,
triste solitário as vezes é o que resta.

Por Rafael

4 comentários:

Rafael disse...

Mais uma carta, e sem mais comentários, já disse tudo no texto. Obrigado

mila disse...

eitaa menino apaixonadoo! rsrs
linda a mensagem *_*

Nessa disse...

conseguiu me deixar sem palavras.
tá perfeito!

Love yooooou!
Beeeijos.

Marcella disse...

"Se os amores não existem,
eu que não quero mais compartilhar dessa vida;"

adorei essa parte.. x))

amo-te :*