domingo, 27 de abril de 2008

Sonhos e poesia

Sonhos; Hoje o texto é deles,
por isso não espere nada compreensível,
nem mesmo versos bonitos.

Eu vivo de sonhos, sonhador;
Se não os tenho,
que graça teria escreve-los.
Para esses momentos
que palavras não são necessárias,
termino meus dias como poeta.
Sonhos;
Aqueles que me pareciam
os certos,
agora não passam de pouca poesia.

Por Rafael

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Lirios; é Primavera

Se começo a escrever,
os lirios balançam ao vento na janela;
As palavras se arrumam a te lembrar,
e meus versos te fazem chorar.
Vou lembrando dos meus passos,
acaso;
Lirios, são apenas as flores da estação.
Se antes era difícil estar perto,
agora é impossível estar longe.

Por Rafael

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Verão, reflexões

Nesta fria manha de verão,
resolvo filosofar a minha visão romântica da vida;
Não serão os melhores versos deste lápis,
muito menos o próximo best seller
São apenas visões diferentes de um mesmo ponto.
Fico pensando em como ir além, sair de um modelo,
culpa da desordem;
Loucura do ser, e há ainda quem tente entender.
Visão distorcida da realidade mascarada,
essa é a vista por trás das cortinas.
Bem vindos ao meu mundo;
Teatro cheio com palcos vazios, faz cada vez mais sentido sonhar;
Tudo é possível, desde que as nuvens sejam sempre de algodão,
tudo é possível, desde que os versos sejam sempre livres
e as rimas,
sempre brancas!
Que seja hoje, amanha, um mês ou um ano;
O que mais importa nessa vida não é o nome que a gente da ao tempo,
mas quanto tempo a gente da a vida!
E se a distancia parece grande,
minha visão romântica não me permite enxerga-la;
Serão sempre poucos passos, poucas teclas do piano.
Agora são as lágrimas de saudade,
pura poesia!
O mundo que pare e escute agora,
você é mais importante!

Por Rafael

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Outono, folhas do outono

Ouvi ao longe sua voz,
você me chamava; chorava.
Menina, não sei o que fazer,
vou ter que dizer aos ventos para te trazer.
Apago os versos que ontem escrevi sobre você,
nossas músicas já não fazem mais sentido.
Me conte os seus segredos,
e se de repente eu me torno parte do passado;
Outono, são só folhas do outono.

Por Rafael

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Inverno

Escrevo em silêncio,
escutando os rabiscos na folha em branco.
Já tive dias melhores,
quem sabe uma vida melhor;
Hoje levo versos pra cada noite,
aprendo com erros; saudade.
Se em você eu penso,
noite fria de inverno me sinto só;
medo, sem ver aonde meus passos vão dar,
passo o resto dos meus dias a escrever;
para quem sabe um dia você ler.

Por Rafael

sábado, 5 de abril de 2008

Antítese

Silêncio me antecipa,
já havia lido esses versos em diferentes rumos.
Dos meus casos, nenhum com tantos acasos.
Das surpresas; suspense.
Mas se me encho de antíteses, hipérboles e metáforas;
sem toda a subjetividade, carregada em meus versos; te escrevo
menina, seus olhares são como profunda escuridão de luzes.
Arriscado de entender, perfeito de ver.

Por Rafael